Sensei Angelo Villaça

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Luciano Correa passa por cirurgia no ombro e para por três meses.

O meio-pesado Luciano Correa foi submetido nesta quinta-feira a uma cirurgia para recompor os ligamentos do ombro esquerdo. Campeão mundial de 2007, o judoca sofreu uma queda na semifinal da Copa do Mundo de Budapeste e, agora, terá que parar por cerca de três meses.

Assim que sofreu a luxação no ombro, Luciano Correa voltou para o Brasil para ser avaliado pelo médico Breno Schor, da CBJ (Confederação Brasileira de Judô). Uma ressonância magnética confirmou a ruptura completa de todos os ligamentos que unem a escápula à clavícula.

“Optamos por operar o Luciano o mais precocemente possível para que ele possa retornar aos treinos em até três meses”, afirmou Breno Schor. “Na artroscopia pudemos reconstituir os ligamentos e também reparamos uma lesão antiga que ele tinha e que podia levar a uma instabilidade do ombro”, completou o médico.

O atleta deve permanecer internado até sexta-feira. No início da próxima semana, ele retorna a Belo Horizonte para iniciar a fisioterapia. A previsão inicial é que Luciano Correa volte aos treinos em três meses e às competições em quatro. Caso cumpra os prazos, o campeão mundial de 2007 poderá defender a seleção brasileira no Grand Slam do Rio de Janeiro, em junho

Fonte: UOL Esporte.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Novo Regulamento de Graduação criado pela CBJ.

CBJ cria novo regulamento para Exame e Outorga de Faixa (Graduação).
Foi elaborado pelo Conselho Nacional de Graduação da Confederação Brasileira de Judô.




Fonte: http://www2.judo.blog.br/?p=132 (Marcus Flora Judô) e CBJ

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Kosei Inoue

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

São Paulo continua dominando o cenário nacional do Judô.

São Paulo continua dominando o cenário nacional do judô. Mas, aos poucos, outros estados começam a formar atletas para representar o país nas maiores competições mundiais


Milena Mendes, judoca brasiliense, que treina em São paulo

É inegável que São Paulo é o grande polo nacional do judô. Os resultados da Seletiva Nacional realizada pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ), em São Paulo, no último fim de semana, para formação da equipe principal do Brasil, comprovam essa afirmação. Os 28 atletas selecionados representam apenas cinco estados da Federação. E, do total, 16 judocas treinam atualmente em São Paulo, o que equivale a dizer que 57,14% da elite da modalidade no país estão concentrados no estado paulista.

Atletas, treinadores e dirigentes argumentam que a hegemonia paulista se deve ao fato de o estado ter o maior número de praticantes de judô do Brasil e de deter os maiores e melhores centros de treinamentos, além de sediar grande parte das competições em território nacional. Ney Wilson Silva, coordenador técnico internacional da CBJ, lembra ainda que a capital paulista tem a maior colônia japonesa do mundo, o que contribui para a tradição do esporte na cidade.

“Todos esses fatores colaboraram para a supremacia de São Paulo. Comparado com outros estados, São Paulo trabalha no fortalecimento do judô há muito mais tempo”, afirma o responsável pela Seleção Brasileira principal.

Na opinião de Luiz Antônio Romariz, coordenador das equipes de base da CBJ, é natural que São Paulo domine o cenário nacional. “Sendo a quantidade de academias e atletas muito maior lá do que em outros estados, é de se esperar que São Paulo tenha uma certa supremacia”, diz.

Mas o domínio de São Paulo no judô já foi maior. Se observarmos o histórico das Olimpíadas, é possível notar que se em Sydney-2000 nove dos 11 atletas eram de São Paulo, em Pequim–2008 esse número caiu para seis, de um total de 13 representantes. Apesar de ainda saírem de São Paulo os melhores atletas do Brasil, a descentralização vem ocorrendo ano após ano.

“Há 10 anos, uma nova diretoria assumiu a Confedereção e vem realizando seletivas, treinamentos, e dando apoio de infraestrutura a outros estados”, explica o diretor técnico da CBJ. “É claro que não se consegue mudar um cenário de uma hora para a outra. Mas as transformações já são perceptíveis. As categorias de base já têm atletas de 15, 16 federações diferentes que um dia vão chegar à Seleção principal e vão mudar o quadro gradativamente”, aposta o coordenador técnico da CBJ.

Rumo às Olimpíadas
Confira os atletas classificados para a segunda fase da seletiva Projeto Londres 2012

Feminino
48kg: Cristiane Pereira (RJ) e Nathália Brígida (MG)
-52kg: Eleudis Valentin (SP) e Milena Mendes (SP)
-57kg: Giullia Penalber (RJ) e Mariana Barros (SP)
-63kg: Katherine Campos (RJ) e Manoela Braga (RS)
-70kg: Gláucia Lima (SP) e Nádia Merli (SP)
-78kg: Rosangela Moraes (SC) e Samantha Soares (SP)
+78kg: Aline Puglia (SP) e Claudirene Cesar (SP)

Masculino
60kg: Daniel Moraes (MG) e Diego Santos (RS)
-66kg: Charles Chibana (SP) e Luis Revite (SP)
-73kg: Leonardo Luz (SP) e Moacir Mendes (RS)
-81kg: Felipe Costa (SP) e Rodrigo Rocha (RJ)
-90kg: Bruno Cunha (RJ) e Felipe Oliveira (SP)
-100kg: Alex Aguiar (SP) e Renan Nunes (RS)
+100kg: Leandro Gonçalves (SP) e Luiz Carmo (SP)

Total: 28 atletas, sendo:
São Paulo: 16 atletas;
Rio de Janeiro: 05 atletas;
Rio Grande do Sul: 04 atletas;
Minas Gerais: 02 atletas;
Santa Catarina: 01 atleta.

Qualidade em todos os estados

No país do futebol, o que não falta são judocas talentosos em estados fora de São Paulo. O Distrito Federal é prova disso. Da capital já despontaram atletas como Luciano Corrêa, ex-campeão mundial, Ketleyn Quadros, bronze nas Olimpíadas de Pequim-2008, e Érika Miranda, bronze no Pan do Rio-2007. Todos eles, entretanto, têm uma história idêntica: acabaram saindo do DF para treinar fora e hoje representam outros estados em competições.

O problema, segundo Luiz Antônio Romariz, sãos as barreiras financeiras que os atletas encontram em seus estados naturais. “Em 2010, a equipe brasileira masculina sub-20 tinha três atletas de Brasília. As cidades conseguem formar atletas até certo nível, mas depois, quando eles precisam de maior volume de treinos e investimentos de clubes, eles não encontram e acabam se mudando para outros centros para conseguirem entrar na seleção principal”, explica. “No DF, por exemplo, temos excelentes treinadores. Mas os investimentos são poucos e inconstantes, o que causa muito problema para o planejamento dos atletas”, defende.

Luciano Gonçalves é técnico em Brasília. E diz que o apoio e a estrutura disponível na cidade nem se comparam ao da capital paulista. “São Paulo importa atletas de todos os estado do país. Quando o Luciano Corrêa saiu de Brasília, ele já era campeão brasileiro e sul-americano e era mais ou menos o que é hoje”, argumenta. “Esses atletas saem de seus estados já muito fortes, mas acabam indo para São Paulo em busca de apoio e condições de treinamento. Se hoje repatriássemos nossos atletas e déssemos a eles estrutura, lutaríamos de igual para igual com os paulistas”, acredita.

Sair ou não de casa?

Na Seletiva Nacional, dos quatro judocas naturais de Brasília, apenas Milena Mendes, que atualmente vive e treina na capital paulista, conseguiu uma vaga na Seleção. Lucas de Oliveira, Vinícius Sakamoto e Takashi Haguihara (que treinam na capital) foram superados.

Milena diz que sentiu bastante diferença depois que se mudou para São Paulo. “Me adaptei muito rápido a São Paulo. Aqui tem mais competições, mais volume de treinos e mais massa para treinar. Acho que isso faz a diferença. Em Brasília tem um número muito restrito de pessoas. Então, a gente chega a um ponto em que não consegue mais evoluir”, declara. A judoca, contudo, não acredita que seja necessário sair da capital federal para um dia realizar o sonho de entrar para a seleção principal. “Brasília tem técnicos excelentes. O que eu acho que precisa é que o atleta passe um tempo fora, no Rio de Janeiro ou em São Paulo, fazendo treinamentos”, opina.

Sarah Menezes, única representante do Nordeste do Brasil nas Olimpíadas de Pequim, também não acha necessário abandonar o lugar em que nasceu para treinar. Tanto que nasceu e continua vivendo no Piauí. “Tem que treinar e se aperfeiçoar. É preciso ser profissional e ter responsabilidade, não sair do seu estado”, garante a jovem judoca, de 20 anos. “São Paulo vai ter sempre muita gente treinando comparada a outros estados porque é lá que os grandes clubes estão concentrados. Mas vemos que o judô está evoluindo. Apesar de muitos dos melhores serem de São Paulo, estão aparecendo atletas de qualidade em outros estados”, afirma.

Fonte: Correio Brasiliense

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Projeto Londres - Seletiva Brasileira etapa I - Clube Pinheiros

O sonho de estar na seleção brasileira em 2011 começa no dia 30 de janeiro, em São Paulo, quando será realizada no ginásio do Esporte Clube Pinheiros a etapa 1 da Seletiva Projeto Londres 2012, no masculino e feminino.


Masculino
-60kg
Allan Kuwabara (SP)
Daniel Moraes (MG)
Ivan Sabino (SP)
Eric Takabatake (SP)
Phelipe André Pelim (SP)
Diego Santos(BA)

-66kg
Adriano Araujo (RJ)
Alexandre Lee (SP)
Charles Chibana (SP)
Denilson Lourenço (SP)
João Pedro Macedo (SP)
Luis Revite (SP)
Marcos Seixas (MG)
Ricardo Ayres (RJ)
Vinícius Sakamoto (DF)

-73kg
Carlos Alberto Luz (SP)
Felipe Amaro Braga (RS)
Igor Pereira (RJ)
Leonardo Ferreira Luz (SP)
Lucas Almeida (DF)
Moacir Jr (RS)
Tiago Cuissi (SP)
Vitor Penalber (RJ)

-81kg
Danilo Gonçalves (SP)
Felipe Costa (SP)
Guilherme Cordeiro (RJ)
Guilherme Luna (RS)
João Dallagassa (PR)
Maicon França (BA)
Rodrigo Rocha (RJ)

-90kg
Bruno Altoé (BA)
Bruno Ferreira (RJ)
Bruno K. Ferreira (SP)
Eduardo Santos (RS)
Felipe Cesar Oliveira (SP)
Rodrigo Luna (RS)

-100kg
Alex Aguiar (SP)
Felipe Brito (PR)
Jonas Inocêncio (SP)
Rafael Buzacarine (SP)
Renan Nunes (RS)
Takashi Haguihara Jr (GO)

+100kg
Daniel P. Sousa (SP)
David Moura (MT)
Gabriel Santos (MG)
Guilherme Martins (RJ)
João Gabriel Schilltler
Leandro Gonçalves (SP)
Luiz Eduardo Carmo (SP)

Feminino
-48kg
Catiere Toledo (SP)
Cristiane Pereira (RJ)
Daniela Polzin (RJ)
Mayara Silva (RS)
Nathália Brigida (MG)
Tamires Silva (SP)

-52kg
Eleudis Valentim (SP)
Jessica Pereira (RS)
Mayara Gabrielle (MG)
Milena Mendes (SP)
Raquel Lopes (RJ)

-57kg
Amanda Ribas (MG)
Ana Grincevicus (MS)
Flávia Rodrigues (SP)
Giullia Penalber (RJ)
Josiane Falco (SP)
Mariana Barros (SP)

-63kg
Amanda Oliveira (PB)
Barbara Timo (RJ)
Danielli Yuri (SP)
Fernanda Peinado (SP)
Karina Oliveira (RJ)
Katherine Campos (RJ)
Laisa Santana (RJ)
Manoela Braga (RS)

-70kg
Caroline Cunha (RJ)
Glaucia Lima (SP)
Hayssa Santos(PI)
Marcia Vieira(RS)
Nadia Merli (SP)
Natália Bordginon (RS)
Nikelli Rossi (SC)
Yasmin Valverde (RJ)

-78kg
Ericka Wergles Cunha (RJ)
Pamela Ventura (SP)
Rosangela Moraes (SC)
Samanta Soares (SP)
Steffani Luppetti (SP)

+78kg
Aline Puglia (SP)
Claudirene Cesar (SP)
Rafaela Nitz (RS)


Dia 30 de janeior às 9:00 hs Início dos combates
Local: Ginásio do Esporte Clube Pinheiros
Rua Angelina Maffei Vita, 493 - Jardim Europa - São Paulo - SP
Site: http://www.ecp.org.br/

SISTEMA DE APURAÇÃO
Fase Classificatória

Categorias de 6 a 8 atletas: duas poules com rodízio, saindo um atletas de cada poule. Estes atletas estarão classificados para a 2ª Seletiva;
Categorias com 3, 4 e 5 atletas: rodízio, apurando-se 2 atletas para a 2ª Seletiva;
Categorias com 2 atletas: direto para a 2ª Seletiva.

Os critérios de desempate são:
1º critério: maior número de vitórias;
2º critério: maior número de pontos;
3º critério: confronto direto.

HANSOKUMAKE
O atleta que receber hansokumake por indisciplina estará eliminado da competição. Nas demais situações de hansokumake o atleta estará eliminado somente daquele combate.

TEMPO DE LUTA
5 minutos (3 minutos golden score)

Fonte: CBJ

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

This is Judo!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Resultados do World Judo Masters (FIJ) em Baku - Azerbaijão

Resultado categoria Feminino:

-48 kg
1. Haruna ASAMI (JPN)
2. Emi YAMAGISHI (JPN)
3. Eva CSERNOVICZKI (HUN)
3. Sarah MENEZES (BRA)

-52 kg
1. Misato NAKAMURA (JPN)
2. Yuka NISHIDA (JPN)
3. Laura GOMEZ (ESP)
3. Bundmaa MUNKHBAATAR (MGL)

-57 kg
1. Telma MONTEIRO (POR)
2. Kaori MATSUMOTO (JPN)
3. Concepcion BELLORIN (ESP)
3. Jan-Di KIM (KOR)

-63 kg
1. Gevrise EMANE (FRA)
2. Yoshie UENO (JPN)
3. Yarden GERBI (ISR)
3. Claudia MALZAHN (GER)

-70 kg
1. Lucie DECOSSE (FRA)
2. Ye-Sul HWANG (KOR)
3. Edith BOSCH (NED)
Yoriko KUNIHARA (JPN)

-78 kg
1. Xiuli YANG (CHN)
2. Celine LEBRUN (FRA)
3. Abigel JOO (HUN)
3. Akari OGATA (JPN)

+78 kg
1. Megumi TACHIMOTO (JPN)
2. Mika SUGIMOTO (JPN)
3. Na-Young KIM (KOR)
3. Lucija POLAVDER (SLO)

Resultado categoria Masculino:
 
-60 kg
1. Rishod SOBIROV (UZB)
2. Arsen GALSTYAN (RUS)
3. Beslan MUDRANOV (RUS)
3. Ilgar MUSHKIYEV (AZE)

-66 kg
1. Tsagaanbaatar HASHBAATAR (MGL)
2. Rok DRAKSIC (SLO)
3. Tarlan KARIMOV (AZE)
3. Sugoi URIARTE (ESP)

-73 kg
1. Ki-Chun WANG (KOR)
2. Mansur ISAEV (RUS)
3. Yasuhiro AWANO (JPN)
3. Attila UNGVARI (HUN)

-81 kg
1. Elnur MAMMADLI (AZE)
2. Leandro GUILHEIRO (BRA)
3. Euan BURTON (GBR)
3. Takahiro NAKAI (JPN)

-90 kg
1. Elkhan MAMMADOV (AZE)
2. Ilias ILIADIS (GRE)
3. Kirill DENISOV (RUS)
3. Takashi ONO (JPN)

-100 kg
1. Sergey SAMOYLOVICH (RUS)
2. Tagir KHAYBULAEV (RUS)
3. Temuulen BATTULGA (MGL)
3. Maxim RAKOV (KAZ)

+100 kg
1. Teddy RINER (FRA)
2. Islam EL SHEHABY (EGY)
3. Keiji SUZUKI (JPN)
3. Andreas TOELZER (GER)

Fonte: UEJ