Sensei Angelo Villaça

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Treino na ACM-Lapa com Núcleo de Crianças.



Treino de Judô na ACM Lapa com o Núcleo de Crianças, assistidos pela ACM.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Amigos e Irmãos de kimono treinam juntos.

Com grande satisfação é que coloco essa matéria no ar.

Já faz uns 10 anos que não treinavamos juntos. Marcamos então treino onde tudo começou no Dojo da ACM - Lapa.

Chegaram:

Sensei Angelo puxando o treino e agoras os alunos:

Sensei Carlos;

Sensei Edmilson e

Sensei Kalil.

Treino muito proveitoso e bastanta emocionante com a presença dos primeiros alunos do Sensei Angelo à serem promovidos a 1°Kyo (por ele) e que chegaram a Sho-Dan.

By Dimi

Brasileiros se adaptam ao fuso em Paris e se preparam com vídeos.

Os judocas brasileiros que disputam a partir do dia 26 de agosto, na Holanda, o Campeonato Mundial, fazem preparação em Paris, na França, para adaptação ao fuso horário de cinco horas de diferença em relação ao Brasil. Os competidores treinam no clube Santa Genoveva, um dos principais da modalidade na França.

"O atleta sempre sente este fator externo do fuso, mas, com certeza com mais dois dias todos estarão 100% adaptados. Todos os judocas estão bem fisicamente, sem nenhuma lesão, e como estamos muito bem instalados, em um ótimo hotel e treinando em um clube excelente, acredito que esta aclimatação seja positiva para o Brasil", afirma Ney Wilson, coordenador técnico internacional da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

A temperatura em Paris está quente, o que facilita a adaptação dos judocas brasileiros, que dividem seu tempo entre os treinamentos, a preparação física e os vídeos em notebooks com lutas de adversários que participam do Mundial.

Para facilitar a atividade, a comissão técnica da seleção fez uma seleção por pesos dos judocas inscritos divulgados em lista pela organização da competição em Amsterdã, na Holanda, e separou em pastas de um disco rígido interno. O material foi preparado por Leonardo Mataruna, estrategista da CBJ.

"Entregamos ao atleta o HD (disco rígido) e ele passa o tempo que está no quarto vendo o que aquele judoca faz de diferente ou tem de deficiência. A partir de agora os treinos serão em cima destas observações feitas pela comissão técnica e atletas", explica Ney Wilson.

Fonte: UOL Esporte.

By Dimi

quarta-feira, 5 de agosto de 2009


A seleção brasileira que disputará o Mundial de Judô, entre os 26 e 30 de agosto, em Roterdã, na Holanda, tem um integrante em busca de redenção. Após "bater na trave" na briga por medalhas em quatro oportunidades, Daniel Hernandes busca subir no pódio pela primeira vez na competição. Para isso, terá que superar problemas em sua preparação causados pela falta de patrocínio.


OS MUNDIAIS DE HERNANDES

Hernandes disputou quatro mundiais, mas acabou ficando fora do pódio
1999: Birmingham (ING) - 5º lugar*
2001: Munique (ALE) - 5º lugar*
2003: Osaka (JAP) - 5º lugar
2007: Rio de Janeiro (BRA) - 5º lugar*
2009: Roterdã (HOL) - ?
* competiu na categoria absoluto

BRASIL VAI AO MUNDIAL SEM DERLY
REGRAS PODEM TIRAR FAVORITOS
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Este será o quinto Mundial de Hernandes. Nos quatro anteriores, o brasileiro teve um bom desempenho nas primeiras lutas, mas falhou nos momentos decisivos e acabou na quinta colocação em todos eles. Para acabar com a "síndrome do quinto lugar" e dar o passo que falta para subir no pódio, o judoca de 30 anos conta com a experiência acumulada nas outras edições.

"Hoje, o que me ajuda é a experiência que adquiri. Não vou cometer os mesmos erros que cometi nos Mundiais anteriores. O que eu quero é lutar bem, pois estou devendo essa medalha para mim mesmo", comentou Hernandes. O judoca tem como exemplo o seu desempenho no Grand Slam do Rio de Janeiro, disputado neste ano, quando foi o único brasileiro a conquistar uma medalha de ouro. "Tive lutas difíceis neste ano e não errei".

Mas a busca por uma medalha no Mundial está sendo atrapalhada por um fator de fora dos tatames. Sem patrocinador, Hernandes é obrigado a dividir o seu tempo entre os treinos no Esporte Clube Pinheiros e o emprego de professor de judô em um colégio da capital paulista.

"Isso acaba atrapalhando, pois na hora em que deveria estar descansando, tenho que dar aulas a tarde toda. Mas eu preciso do dinheiro e da bolsa [de estudos] para o meu filho. Neste momento, as coisas estão bem difíceis", comentou o judoca.

Hernandes era considerado um dos melhores judocas do mundo na categoria pesado até 2006. Foi quando uma série de lesões prejudicou o desempenho do lutador. No fim daquele ano, passou por uma cirurgia no cotovelo. Sem uma preparação adequada, viu a ascensão do jovem João Gabriel Schlittler e foi derrotado na seletiva para o Pan-Americano do Rio de Janeiro, em 2007.

O mesmo problema voltou a ocorrer na busca por uma vaga nas Olimpíadas de Pequim. Hernandes foi obrigado a operar o joelho e o cotovelo. A nova cirurgia impediu o judoca de treinar e ele não conseguiu sequer uma vaga como reserva da equipe brasileira. Schlittler e Walter Santos foram os integrantes da seleção na categoria pesado.

"Passei por dois anos bem difíceis. Fiquei fora do Pan-Americano e das Olimpíadas, não conseguia lutar bem. Sentia muita dor para treinar e não consegui me preparar direito. Mas sabia que conseguiria voltar legal se estivesse melhor fisicamente", disse Hernandes.

Na fase mais difícil de sua carreira, o judoca brasileiro se apoiou em sua família para conseguir superar os momentos complicados. O período em que esteve em recuperação de sua segunda cirurgia coincidiu com o nascimento de sua filha Beatriz. "Ela nasceu no dia 24 de dezembro de 2007. Foi um presente de Natal. Na época, não podia nem pegar ela no colo direito, por causa da operação".

Em busca de superar a "síndrome do quinto lugar" em Mundiais e as dificuldades financeiras, Hernandes procura forças em Beatriz, hoje com 1 ano e meio, e em seu outro filho, Gabriel, de seis anos. "Minha fonte de inspiração são os meus filhos. Tudo o que faço é por eles. O judô é o que traz sustento para a minha casa e sei que vai dar frutos".

Fonte: UOL Esporte

by Dimi

sexta-feira, 24 de julho de 2009

NAGE NO KATA



Te Waza (Técnicas de Braço)
01 - Uki Otoshi
02 - Seoi Nage (Ippon)
03 - Kata Guruma

Koshi Waza (Técnicas de Quadril)
04 - Uki Goshi
05 - Harai Goshi
06 - Tsurikomi Goshi

Ashi Waza (Técnicas de Pernas/Pés)
07 - Okuri Ashi Harai
08 - Sassae Tsurikomi Ashi
09 - Uchi Mata

Ma Sutemi Waza (Técnicas de Sacrifício frontal)
10 - Tomoe Nage
11 - Ura Nage
12 - Sumi Gaeshi

Yoko Sutemi Waza (Técnicas de Sacrifício lateral)
13 - Yoko Gake
14 - Yoko Guruma
15 - Uki Waza

Matéria de estudo para exame de graduação.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

101 Ippons

Irmãs Silva saem da Cidade de Deus para comandar nova geração do judô


A cara do judô brasileiro mudou definitivamente. Há tempos o esporte deixou de ser exclusivo dos descendentes de orientais. Agora, as camadas menos favorecidas da população já tem acesso aos tatames e começa a chegar à elite da modalidade. Prova disso são as irmãs Silva, que saíram da comunidade carente da Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, para comandar a nova geração da seleção brasileira.

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

O sucesso atual das irmãs Silva quase foi ameaçado por um problema comum em comunidades carentes brasileiras, como a Cidade de Deus, de onde elas vieram: a gravidez na adolescência.

Aos 15 anos, Raquel (à esquerda, ao lado de Rafaela) disputou um Campeonato Pan-Americano sem saber que estava esperando um bebê. Foi campeã e tomou um susto ao voltar ao Rio.

"Só quando ela voltou da competição é que nós ficamos sabendo que ela estava grávida. Naquele momento foi uma barra, mas hoje a Carolzinha já tem três anos, deu tudo certo", relembra Canto.
DERLY FORA DA COPA DO MUNDO
Rafaela, a mais nova, de 17 anos, é uma das maiores revelações do judô verde-amarelo dos últimos anos. No ano passado, foi campeã mundial júnior, na Tailândia. Neste ano, conquistou a Copa do Mundo de Madri e levou o bronze no Grand Slam do Rio de Janeiro, na semana passada. Sua irmã, Raquel, de 20, já foi campeã do Pan-Americano da modalidade e, neste ano, foi prata na Copa do Mundo de Lisboa.

As duas são os frutos mais brilhantes do Instituto Reação, do medalhista olímpico Flávio Canto, um projeto de inclusão social por meio do esporte, desenvolvido em quatro comunidades carentes do Rio, entre elas Cidade de Deus e Rocinha. "Elas são as principais estrelas do Reação. Treinam desde o início, com o meu técnico (Geraldo Bernardes). É surpreendente ver como elas se desenvolveram rápido", afirma, orgulhoso, o medalhista olímpico.

"Eu comecei no judô com cinco anos, perto de onde eu morava. Em 2000, passei a treinar no Reação. Meu pai reclamava que eu e minha irmã ficávamos muito tempo na rua. Então, eu fui fazer judô, e a Raquel foi fazer dança. No final, eu a convenci a vir para o judô também", diz Rafaela.

"A gente tem muitos cases de transformação de sucesso no projeto. E as duas representam os dois caminhos que nós traçamos, unindo esporte e educação com sucesso. As duas estudam, a Raquel em universidade e a Rafaela em colégio, os dois particulares, por causa do projeto. Deixaram de ser bagunceiras na escola", completa Canto.

A mais nova das irmãs Silva, Rafaela, além de Canto, vão disputa neste fim de semana a etapa da Copa do Mundo de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O campeonato é o último da seleção brasileira principal antes do Mundial de Roterdã, em agosto. Após a competição mineira, os técnicos brasileiros vão definir os representantes do país no torneio holandês. Raquel embarcou na quarta-feira para Portugal, onde disputa os Jogos da Lusofonia.

Na categoria leve (57kg), Rafaela tem como rivais por uma das vagas a medalhista de bronze nas Olimpíadas de Pequim, Ketleyn Quadros, Mariana Barros e Katherine Campos. Na categoria meio-leve (52kg), as rivais de Raquel são Érika Miranda, que foi quinta colocada no Mundial de 2007, Regiane Carvalho e Andressa Fernandes.

Fonte: UOL Esporte.